Kichwa, 2024
Técnica mista sobre tela
Kichwa apresenta-se como uma composição em três painéis verticais onde o gesto circular se expande em camadas de textura, luz e ritmo.
A peça nasce da experiência vivida pela artista durante uma viagem à Amazónia equatorial, em 2019, onde o contacto com comunidades indígenas e com a intensidade da paisagem alterou profundamente a sua perceção sobre silêncio, presença e ligação ao natural. O título remete para o universo Kichwa não como representação literal, mas como evocação simbólica dessa relação ancestral entre ser humano, território e espiritualidade.
As formas circulares sugerem movimentos de expansão, respiração e energia contínua, aproximando-se visualmente de correntes de água, marcas da terra, mapas orgânicos ou vibrações sonoras. Existe uma procura por ritmo e repetição que traduz a sensação de imersão vivida nesse território onde tempo e espaço parecem assumir outra dimensão.
Dividida em três módulos independentes mas interligados, a obra reforça a ideia de percurso e continuidade visual. Cada painel funciona como fragmento autónomo de uma mesma energia em movimento.
A presença da textura assume um papel central, aproximando a pintura da escultura e tornando a superfície quase táctil. Mais do que uma imagem fixa, Kichwa propõe uma experiência sensorial e imersiva, onde ritmo, luz e memória coexistem num equilíbrio entre gesto intuitivo e construção estrutural.
Kichwa, 2024
Técnica mista sobre tela
Kichwa apresenta-se como uma composição em três painéis verticais onde o gesto circular se expande em camadas de textura, luz e ritmo.
A peça nasce da experiência vivida pela artista durante uma viagem à Amazónia equatorial, em 2019, onde o contacto com comunidades indígenas e com a intensidade da paisagem alterou profundamente a sua perceção sobre silêncio, presença e ligação ao natural. O título remete para o universo Kichwa não como representação literal, mas como evocação simbólica dessa relação ancestral entre ser humano, território e espiritualidade.
As formas circulares sugerem movimentos de expansão, respiração e energia contínua, aproximando-se visualmente de correntes de água, marcas da terra, mapas orgânicos ou vibrações sonoras. Existe uma procura por ritmo e repetição que traduz a sensação de imersão vivida nesse território onde tempo e espaço parecem assumir outra dimensão.
Dividida em três módulos independentes mas interligados, a obra reforça a ideia de percurso e continuidade visual. Cada painel funciona como fragmento autónomo de uma mesma energia em movimento.
A presença da textura assume um papel central, aproximando a pintura da escultura e tornando a superfície quase táctil. Mais do que uma imagem fixa, Kichwa propõe uma experiência sensorial e imersiva, onde ritmo, luz e memória coexistem num equilíbrio entre gesto intuitivo e construção estrutural.