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Série: Fragmentos 3/10
Díptico 2x(50x70)
Técnica mista sobre tela
“Cartografia de Voo” é um díptico que explora a intersecção entre a migração natural, a liberdade e as coordenadas invisíveis que guiam a vida selvagem. Através da representação imponente de duas aves visíveis: um guarda-rios (à esquerda), com a sua plumagem vibrante em tons de azul e verde, e uma cegonha-branca (à direita), símbolo de retorno e permanência, a obra funciona como um atlas poético do movimento.
O fundo abstrato, composto por uma sobreposição rica de manchas cromáticas, pinceladas expressivas evoca a terra vista de cima. Os grafismos subtis com coordenadas assemelham-se escritas antigas representando os vários locais onde estas aves podem ser observadas no território da Beira Baixa.
A aplicação da folha de ouro funciona como o reflexo do sol e os meridianos celestes que orientam o voo. No painel da direita, o círculo dourado em torno da cegonha sugere uma aura de sacralidade e o ciclo eterno das estações e das migrações.
Enquanto a primeira tela transborda a energia cinética e o bater de asas dinâmico em azuis profundos, a segunda traz a estabilidade do pouso, a observação e a imponência da postura vertical. Juntas, representam o ciclo completo da viagem: a partida audaz e o retorno seguro.
Esta obra convida o observador a refletir sobre as nossas próprias viagens interiores e os mapas invisíveis que desenhamos ao longo da vida na busca pelo nosso próprio lugar no mundo.
Valor pelo conjunto, com bastidor incluído e portes de envio incluídos para Portugal.
Facilitamos o acesso às nossas obras através de soluções de financiamento em prestações, mediante aprovação da entidade parceira.
Série: Fragmentos 3/10
Díptico 2x(50x70)
Técnica mista sobre tela
“Cartografia de Voo” é um díptico que explora a intersecção entre a migração natural, a liberdade e as coordenadas invisíveis que guiam a vida selvagem. Através da representação imponente de duas aves visíveis: um guarda-rios (à esquerda), com a sua plumagem vibrante em tons de azul e verde, e uma cegonha-branca (à direita), símbolo de retorno e permanência, a obra funciona como um atlas poético do movimento.
O fundo abstrato, composto por uma sobreposição rica de manchas cromáticas, pinceladas expressivas evoca a terra vista de cima. Os grafismos subtis com coordenadas assemelham-se escritas antigas representando os vários locais onde estas aves podem ser observadas no território da Beira Baixa.
A aplicação da folha de ouro funciona como o reflexo do sol e os meridianos celestes que orientam o voo. No painel da direita, o círculo dourado em torno da cegonha sugere uma aura de sacralidade e o ciclo eterno das estações e das migrações.
Enquanto a primeira tela transborda a energia cinética e o bater de asas dinâmico em azuis profundos, a segunda traz a estabilidade do pouso, a observação e a imponência da postura vertical. Juntas, representam o ciclo completo da viagem: a partida audaz e o retorno seguro.
Esta obra convida o observador a refletir sobre as nossas próprias viagens interiores e os mapas invisíveis que desenhamos ao longo da vida na busca pelo nosso próprio lugar no mundo.
Valor pelo conjunto, com bastidor incluído e portes de envio incluídos para Portugal.
Facilitamos o acesso às nossas obras através de soluções de financiamento em prestações, mediante aprovação da entidade parceira.