Arandu

750,00 €

Arandu, 2025

Técnica mista sobre tela com textura

Este Díptico nasce da necessidade de reduzir a forma ao essencial, criando composições onde o relevo, a textura e o ritmo visual assumem o protagonismo. As estruturas geométricas aparecem como vestígios silenciosos, próximas de marcas deixadas pelo tempo sobre uma superfície orgânica e irregular.

Cada elemento foi construído manualmente, permitindo que a luz revele pequenas variações e profundidades ao longo da obra. O dourado surge ligado à terra e ao desgaste natural, aproximando-se da ideia de algo ancestral e intemporal.

A minha passagem pela Amazónia em 2019 influenciou profundamente esta linguagem visual. Durante os dias em que vivi junto da tribo Huaorani, fui confrontada com uma relação mais pura entre o ser humano, o território e os objetos. Essa experiência alterou a forma como observo o silêncio, a repetição e a simplicidade das formas.

Os círculos evocam sementes, corpos vivos e ciclos naturais, enquanto as linhas horizontais remetem para caminhos, travessias e continuidade. Existe uma procura constante entre ordem e imperfeição, onde cada marca manual faz parte da construção da obra.

A ausência de excesso visual convida o observador a aproximar-se da superfície e a descobrir os detalhes subtis deixados pelo gesto. Mais do que representar um lugar específico, esta série procura transmitir sensações ligadas ao tempo, à presença humana e à ligação profunda com a natureza.

Valor com bastidores incluídos, sem Portes de envio incluídos

Facilitamos o acesso às nossas obras através de soluções de financiamento em prestações, mediante aprovação da entidade parceira.

Arandu, 2025

Técnica mista sobre tela com textura

Este Díptico nasce da necessidade de reduzir a forma ao essencial, criando composições onde o relevo, a textura e o ritmo visual assumem o protagonismo. As estruturas geométricas aparecem como vestígios silenciosos, próximas de marcas deixadas pelo tempo sobre uma superfície orgânica e irregular.

Cada elemento foi construído manualmente, permitindo que a luz revele pequenas variações e profundidades ao longo da obra. O dourado surge ligado à terra e ao desgaste natural, aproximando-se da ideia de algo ancestral e intemporal.

A minha passagem pela Amazónia em 2019 influenciou profundamente esta linguagem visual. Durante os dias em que vivi junto da tribo Huaorani, fui confrontada com uma relação mais pura entre o ser humano, o território e os objetos. Essa experiência alterou a forma como observo o silêncio, a repetição e a simplicidade das formas.

Os círculos evocam sementes, corpos vivos e ciclos naturais, enquanto as linhas horizontais remetem para caminhos, travessias e continuidade. Existe uma procura constante entre ordem e imperfeição, onde cada marca manual faz parte da construção da obra.

A ausência de excesso visual convida o observador a aproximar-se da superfície e a descobrir os detalhes subtis deixados pelo gesto. Mais do que representar um lugar específico, esta série procura transmitir sensações ligadas ao tempo, à presença humana e à ligação profunda com a natureza.

Valor com bastidores incluídos, sem Portes de envio incluídos

Facilitamos o acesso às nossas obras através de soluções de financiamento em prestações, mediante aprovação da entidade parceira.